Por que a deficiência de ferro é tão comum?

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Por que a deficiência de ferro é tão comum?

De acordo com Julián Ciudad Gutiérrez, responsável técnico de laboratório do CRS Laboratório, a deficiência de Ferro (Fe) nos solos agrícolas não está diretamente ligada à quantidade total do nutriente presente, mas sim à sua disponibilidade química para as plantas. Embora o Ferro represente entre 0,5% e 5% da composição total do solo, ficando atrás apenas do Silício e do alumínio, apenas de 1% a 10% desse total está efetivamente disponível para absorção vegetal.

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A absorção do ferro varia conforme o tipo de planta. Cultivos como oliveiras, videiras, amendoeiras e cítricos utilizam a estratégia I, na qual as raízes transformam o ferro na forma férrica (Fe³?) em ferro ferroso (Fe²?), mais facilmente absorvível, através da ação de enzimas chamadas reductases. Já gramíneas como milho e trigo adotam a estratégia II, liberando fitossideróforos, moléculas que se ligam ao Fe³?, facilitando sua captura e transporte até a planta.

Entre os principais fatores que dificultam a disponibilidade de ferro estão o pH alcalino (acima de 7,5), o excesso de cálcio, desequilíbrios com outros micronutrientes como zinco (Zn), cobre (Cu) e manganês (Mn), além da presença de elevada quantidade de caliça no solo. Condições de encharcamento e solos argilosos também prejudicam a oxigenação das raízes, limitando ainda mais a absorção.

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