Plano Safra 2025/2026 tem retração nos desembolsos, mas cresce em número de operações

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Plano Safra 2025/2026 tem retração nos desembolsos, mas cresce em número de operações

Os R$ 205 bilhões desembolsados até janeiro representam queda de 13,6%, enquanto o número de contratos avançou 3,1%

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A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo publicou relatório em que analisa o desempenho do crédito rural no âmbito do Plano Safra 2025/2026, trazendo uma visão detalhada do cenário nacional e do Estado de São Paulo. O documento, elaborado pelo Departamento Econômico da entidade, aponta que o Plano Safra 2025/2026 registrou desembolso de R$ 205 bilhões no Brasil entre julho de 2025 e janeiro de 2026, equivalente a 50% do valor programado, 13,6% menor na comparação com o mesmo período da safra anterior.

 

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Apesar da retração no volume de recursos, o número de operações cresceu 3,1%. O único segmento de crédito com aumento no número de contratos foi o Pronaf, indicando melhora na distribuição do crédito para pequenos produtores. Todos os perfis de produtores apresentaram redução nos valores desembolsados, com destaque para a agricultura empresarial (-19,6%).

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Por finalidade, apenas o crédito para industrialização não recuou; o crédito para investimento teve a maior queda em valor (-24,8%), embora o número de operações tenha crescido 17,4%. A inadimplência atingiu níveis historicamente elevados entre pessoas físicas no crédito a taxas de mercado, reflexo da redução das margens de rentabilidade dos produtores no campo.

Apesar da retração no volume de recursos, o número de operações cresceu 3,1%. O único segmento de crédito com aumento no número de contratos foi o Pronaf, indicando melhora na distribuição do crédito para pequenos produtores. Todos os perfis de produtores apresentaram redução nos valores desembolsados, com destaque para a agricultura empresarial (-19,6%).

Por finalidade, apenas o crédito para industrialização não recuou; o crédito para investimento teve a maior queda em valor (-24,8%), embora o número de operações tenha crescido 17,4%. A inadimplência atingiu níveis historicamente elevados entre pessoas físicas no crédito a taxas de mercado, reflexo da redução das margens de rentabilidade dos produtores no campo.

Fonte: SENAR/SP

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