Seguro Rural nem ao menos foi citado pelas autoridades no anúncio desta terça-feira (1) e continua sendo um dos principais pontos de preocupação do produtor brasileiro. Além disso, armazenagem, custos e investimentos deixam o setor em alerta.
O Notícias Agrícolas recebeu especialistas em diversos setores para uma análise crítica e apurada do Plano Safra 2025/26 para a agricultura empresarial anunciado pelo Governo Federal nesta terça-feira (1), em Brasília.
Entre os convidados estiveram presentes Fernando Pimentel, sócio-diretor da Agrometrika, membro da Câmara de Modernização do Credito (MODERCRED e representante da SNA (Sociedade Nacional da Agricultura); Paulo Bertolini, presidente da Abramilho e da CSEAG (Câmara Setorial de Equipamento para Armazenagem de Grãos) e Jânio Zeferino, diretor da Agroeasy Consultoria e Soluções Financeiras.
Foi ponto de convergência entre todos o impacto nocivo e preocupante dos juros altos apresentados no plano – os quais variam de 8,5% a 14% – além do encarecimento do custeio e do fato de, na prática, os recursos serem ainda mais enxutos, apesar do plano ter sido divulgado como o maior da história com o recurso total anunciado em R$ 516,2 bilhões.

