O governo chinês prorrogou por mais três meses a investigação sobre as importações de carne bovina, iniciada em dezembro de 2024. A medida dá fôlego a grandes exportadores como Brasil, Argentina, Austrália e Estados Unidos, que temiam restrições comerciais.
A extensão vai até 26 de novembro, segundo o Ministério do Comércio chinês, que alegou a
complexidade do caso e prometeu manter diálogo com os países envolvidos. Analistas veem a decisão como sinal de que a China busca equilíbrio entre proteger sua indústria e evitar tensões no comércio global.
O país importou 2,87 milhões de toneladas de carne bovina em 2024, mas as compras caíram 9,5% no primeiro semestre de 2025.

