Soja, amendoim e girassol entraram na reforma de canavial e quebraram ciclo de pragas, melhoraram o solo e geraram renda extra
Divulgar boas práticas que unem ganho agronômico, ambiental e econômico. Esse é o foco do Cana Show Itinerante, projeto da CanaOnline que visita produtores referência em produtividade. A parada da vez foi em Jaboticabal (SP), na fazenda de Sérgio Nakagi, terceira geração de uma família que transformou diversificação em estratégia.
De arrendatários a referência
Imigrantes japoneses, os Nakagi chegaram ao interior paulista como arrendatários. Dois anos depois, começaram a comprar terras. O algodão foi a primeira cultura. Hoje, a cana é o carro-chefe, mas não anda sozinha.
O divisor de águas: fim da queima da cana
“Em 2008 ou 2009, com a mecanização e o fim da queima, o ambiente do canavial mudou. A produtividade travou. Aumentaram pragas, doenças e plantas daninhas”, lembra Sérgio. A saída foi apostar na rotação de cultura durante a reforma. Soja e amendoim entraram primeiro e já se consolidaram. O resultado: “Ganhos agronômicos, redução de custo com tratos da cana e quebra do ciclo de pragas. Além da renda extra”, explica.
Girassol: o reforço que caiu como luva
Nos últimos três anos, o girassol completou o sistema. “Ele ajuda na remuneração, melhora o solo e ainda contribui no controle de grama-seda”, conta Nakagi.
Durante esta semana, as mídias da CanaOnline detalham o manejo do girassol e as boas práticas adotadas na propriedade. Acompanhe.
Confira o vídeo:

