O volume da mais brasileira das combinações irá encolher em 2026. O país deve produzir menos arroz e feijão neste ano, segundo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgado nesta quinta-feira (15/01).
No caso do feijão, importante fonte de proteínas e fibras, o volume deve cair 0,5%, segundo a Conab, influenciado pela queda na área plantada (-1,9%). A produção total, somando as três safras, está estimada em 3 milhões de toneladas. O declínio é puxado principalmente pelo feijão preto, que deve ter queda de 12,4%.
Já a produção de arroz, cereal rico em carboidratos, deve sofrer uma redução de 13,3%, em razão principalmente do recuo na área plantada (-9,9%). Dessa forma, o país deve colher 11 milhões de toneladas em 2026. As lavouras já foram semeadas, e a colheita deve se iniciar na segunda metade de fevereiro.
Já a produção de arroz, cereal rico em carboidratos, deve sofrer uma redução de 13,3%, em razão principalmente do recuo na área plantada (-9,9%). Dessa forma, o país deve colher 11 milhões de toneladas em 2026. As lavouras já foram semeadas, e a colheita deve se iniciar na segunda metade de fevereiro.
“O problema é se tivermos algum evento climático não esperado – e cada vez isso tem ficado mais comum – que afete outros grupos também”, acrescenta.
Para o coordenador do FGVAgro, Guilherme Bastos, a queda na produção de arroz e feijão representa menos um risco inflacionário e mais um problema estrutural de mercado – que neste momento não deve sinalizar alta nos preços dos produtos.
Ele chama a atenção para o fato de não haver registros recentes de elevação no consumo de ambos os itens, bem como para a necessidade de se obter aberturas de mercado – o que no caso do arroz já existe – e a possibilidade de usos industriais, como a produção de etanol.
A Conab estima que o Brasil deve consumir 10,8 milhões de toneladas de arroz neste ciclo, número que tem apresentado pouca oscilação nos últimos anos. Já o consumo de feijão deve ficar em 2,8 milhões de toneladas, queda de 11% em relação a 2019/20.
“É a hora de começar a olhar alternativas de utilização desse excedente que é produzido. Se isso houvesse, a gente teria, pela sua demanda, uma garantia de consistência de oferta, que é o que acontece com a soja, o milho e outras culturas”, resume o especialista.
Para o coordenador do FGVAgro, Guilherme Bastos, a queda na produção de arroz e feijão representa menos um risco inflacionário e mais um problema estrutural de mercado – que neste momento não deve sinalizar alta nos preços dos produtos.
Ele chama a atenção para o fato de não haver registros recentes de elevação no consumo de ambos os itens, bem como para a necessidade de se obter aberturas de mercado – o que no caso do arroz já existe – e a possibilidade de usos industriais, como a produção de etanol.
A Conab estima que o Brasil deve consumir 10,8 milhões de toneladas de arroz neste ciclo, número que tem apresentado pouca oscilação nos últimos anos. Já o consumo de feijão deve ficar em 2,8 milhões de toneladas, queda de 11% em relação a 2019/20.
“É a hora de começar a olhar alternativas de utilização desse excedente que é produzido. Se isso houvesse, a gente teria, pela sua demanda, uma garantia de consistência de oferta, que é o que acontece com a soja, o milho e outras culturas”, resume o especialista.
Fonte: Globo Rural

